
Algumas dificuldades acompanham você há anos. Outras começaram agora. Entender essa diferença importa
Dificuldades de atenção, memória, organização ou funcionamento no dia a dia podem ter diferentes explicações.
A avaliação investiga essas questões com cuidado, considerando o funcionamento cognitivo, a história e o contexto.
O que leva um adulto a procurar uma avaliação?
“Eu sempre fui assim ou alguma coisa mudou?”
Talvez seja difícil se concentrar, organizar tarefas ou terminar o que começou. Em outros casos, a dúvida aparece quando memória ou atenção mudam em relação ao que sempre foi habitual.
A questão não é um sintoma isolado. É entender como essas dificuldades aparecem na sua história, inclusive quando o potencial não se traduz no trabalho, nos estudos ou na autonomia.
O que a avaliação pode investigar?
A pergunta não é apenas “o que está difícil?”, mas “como você funciona?”
De acordo com a necessidade de cada caso, podem ser investigados aspectos como:
- Atenção
- Memória
- Linguagem
- Funções executivas
- Raciocínio
- Aprendizagem e outras funções cognitivas
Essas informações são interpretadas considerando também a história, o contexto e a questão que motivou a avaliação.
“Será que eu tenho TDAH? Autismo? Ou existe outra explicação?”
Chegar com uma hipótese é diferente de chegar com uma conclusão. Muitos adultos se reconhecem em conteúdos sobre TDAH ou Autismo, ou passam a olhar de outro jeito para dificuldades antigas.
Essas hipóteses podem ser investigadas, mas características isoladas não bastam. A avaliação existe para ampliar esse olhar.
Como funciona a avaliação em adultos?
Você não chega para provar que tem ou não tem um diagnóstico
O processo começa pela sua história e pela pergunta que motivou a avaliação. Depois, selecionamos os procedimentos adequados. Ao final, a devolutiva apresenta resultados e possíveis orientações.
A avaliação não procura apenas um nome. Procura compreender o que os dados significam na sua história.
Quem vai conduzir sua avaliação?
Um resultado pode trazer números. A experiência clínica ajuda a compreender o que eles significam.
Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP. Também desenvolvo pesquisa de mestrado em Psicologia na USP.
Essa trajetória orienta uma avaliação que integra os resultados à história e às particularidades de cada pessoa.
Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USP • TCC e Terapia do Esquema — CETCC • Reabilitação Cognitiva — INESP • Atuação clínica desde 2009
Dúvidas frequentes
Preciso ter uma suspeita de diagnóstico para procurar uma avaliação?+
Não. A busca pode começar justamente porque existem dificuldades ou mudanças que você deseja compreender melhor.
A avaliação pode investigar TDAH em adultos?+
Quando houver indicação, o TDAH pode estar entre as hipóteses consideradas no processo de investigação. A avaliação não parte, porém, da obrigação de confirmar essa hipótese.
E Autismo em adultos?+
Dúvidas relacionadas ao funcionamento e à história de desenvolvimento também podem levar adultos a buscar uma avaliação. A investigação considera o conjunto das informações, não características isoladas.
Fazer testes online é a mesma coisa?+
Não. Testes isolados não equivalem a uma avaliação neuropsicológica, que envolve um processo clínico mais amplo de investigação e interpretação.
Nunca fui avaliado quando criança. Ainda posso fazer uma avaliação?+
Sim. Muitos adultos procuram avaliação justamente para compreender questões que não foram investigadas anteriormente.
Contato
Você não precisa chegar com a resposta. Pode chegar com a dúvida
Se existem dificuldades no seu dia a dia que você gostaria de compreender melhor, entre em contato para receber informações sobre a avaliação neuropsicológica em adultos.
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