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Entrevista inicial
O processo começa pela sua história e pelas questões que motivaram a avaliação.

Dificuldades de atenção, memória, organização ou mudanças no funcionamento podem ter diferentes explicações. A avaliação ajuda a compreender o que pode estar acontecendo.
O que leva um adulto a procurar uma avaliação?
Talvez seja difícil se concentrar, organizar tarefas ou terminar o que começou. Em outros casos, a dúvida aparece quando memória ou atenção mudam em relação ao que sempre foi habitual.
Essas dificuldades podem aparecer no trabalho, nos estudos, na rotina ou na autonomia e nem sempre tiveram início recentemente.
O que a avaliação pode investigar?
Os resultados são interpretados junto à história e ao contexto de cada pessoa.
Muitos adultos procuram uma avaliação após se identificarem com características relacionadas ao TDAH ou ao Autismo, ou por perceberem dificuldades que os acompanham há anos. Essas hipóteses podem ser investigadas sem partir da necessidade de confirmar um diagnóstico.
Como funciona a avaliação em adultos?
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O processo começa pela sua história e pelas questões que motivaram a avaliação.
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São selecionados os procedimentos e instrumentos adequados ao objetivo da investigação.
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Ao final, os resultados são apresentados e discutidos, junto às possíveis orientações.
Quem vai conduzir sua avaliação?
Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP. Também desenvolvo pesquisa de mestrado em Psicologia na USP.
Não. A busca pode começar justamente porque existem dificuldades ou mudanças que você deseja compreender melhor.
Quando houver indicação, o TDAH pode estar entre as hipóteses consideradas no processo de investigação. A avaliação não parte, porém, da obrigação de confirmar essa hipótese.
Dúvidas relacionadas ao funcionamento e à história de desenvolvimento também podem levar adultos a buscar uma avaliação. A investigação considera o conjunto das informações, não características isoladas.
Não. Testes isolados não equivalem a uma avaliação neuropsicológica, que envolve um processo clínico mais amplo de investigação e interpretação.
Sim. Muitos adultos procuram avaliação justamente para compreender questões que não foram investigadas anteriormente.
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