
Alguns casos não pedem uma resposta rápida. Pedem um olhar clínico mais aprofundado
A supervisão clínica é um espaço para pensar casos, ampliar hipóteses, discutir intervenções e compreender os impasses que surgem ao longo da prática profissional.
Um espaço construído a partir da experiência clínica e das particularidades de cada caso, com o objetivo de desenvolver autonomia e raciocínio clínico, não apenas escolher técnicas para uma sessão.
Para quem é a supervisão?
Você não precisa estar “sem saber o que fazer” para levar um caso à supervisão
A supervisão pode fazer sentido diante de um caso com dúvidas ou impasses, e também para quem deseja aprofundar o raciocínio clínico. É um espaço para sair do automático e olhar com mais cuidado o processo terapêutico.
O que pode ser trabalhado na supervisão?
Às vezes, a dificuldade não está em conhecer a teoria. Está em saber o que fazer com ela diante daquela pessoa
A supervisão pode envolver:
- Formulação de caso e raciocínio clínico
- Raciocínio transdiagnóstico e psicopatologia
- Relação terapêutica e respostas do terapeuta
- Manejo de impasses e tomada de decisão clínica
- Articulação entre teoria e prática
- Desenvolvimento de autonomia profissional
A supervisão amplia a compreensão dos casos, desenvolve o raciocínio clínico e caminha em direção à autonomia. Envolve formular hipóteses, reconhecer o que mantém as dificuldades e escolher intervenções coerentes com o momento do processo.
Em algumas situações, o impasse não está na falta de uma técnica, mas na forma como o caso está sendo compreendido. Quando pertinente, também olhamos a relação terapêutica e as respostas do terapeuta.
Da teoria para o caso real
Porque nenhum paciente chega à sessão exatamente como aparece nos livros
Conhecer conceitos e técnicas é fundamental. A clínica, porém, exige integrar conhecimento, história, vínculo e o que acontece ao longo do processo. Na supervisão, teoria e prática se encontram para organizar o raciocínio e as decisões do caso.
Qual é o olhar que orienta a supervisão?
Compreender o sintoma é importante. Compreender a pessoa que apresenta esse sintoma é ainda mais
Minha trajetória reúne TCC, Terapia do Esquema, ACT, Psicopatologia e Neuropsicologia, respeitando a natureza de cada formação. Esse repertório contribui para uma discussão que não olha só sintomas ou técnicas isoladas, mas também padrões, história e contexto.
Quem vai conduzir a supervisão?
Experiência clínica não elimina as perguntas. Ela muda a qualidade das perguntas que fazemos diante de um caso.
Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Atuo como professora e supervisora no curso de Neuropsicologia do CETCC; como supervisora clínica no INESP e no IPq-USP; e realizei supervisão de psicólogos clínicos angolanos em programa intensivo na Beneficência Portuguesa.
A formação inclui TCC, Terapia do Esquema, ACT, Psicopatologia e Neuropsicologia. A experiência clínica e acadêmica foi construindo um olhar que integra teoria, raciocínio clínico e a singularidade de cada caso.
Atuação clínica desde 2009 • TCC • Terapia do Esquema • ACT • Psicopatologia • Neuropsicologia
Como funciona?
Um espaço para levar casos reais e pensar a clínica com profundidade
Os encontros partem das questões e dos casos que o profissional deseja discutir: compreensão do caso, condução, hipóteses e intervenções, com foco no raciocínio clínico, não em respostas prontas sobre a próxima sessão.
Entre em contato para informações sobre formato e disponibilidade.
Dúvidas frequentes
Preciso ter muita experiência clínica para fazer supervisão?+
Não necessariamente. Profissionais em diferentes momentos da trajetória podem buscar supervisão para desenvolver o raciocínio clínico e discutir casos.
Posso levar um caso específico?+
Sim. A discussão de casos e dos impasses que aparecem na prática faz parte da proposta da supervisão.
Contato
Quando um caso faz você pensar mais, ele também pode fazer sua clínica crescer
Se você deseja discutir casos e aprofundar seu raciocínio clínico, entre em contato para receber informações sobre a supervisão.