Laís Baroni
Laís Baroni no consultório
Avaliação para Autismo / TEA

Quando algumas características começam a chamar atenção, compreender a história por trás delas é mais importante do que procurar respostas em uma lista de sinais

Dúvidas relacionadas à comunicação, interação social, comportamento, interesses ou desenvolvimento podem levar à investigação de Transtorno do Espectro Autista (TEA) na infância ou na vida adulta.

A avaliação ajuda a compreender essas características dentro da história e do funcionamento de cada pessoa.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USPTCC e Terapia do Esquema — CETCCReabilitação Cognitiva — INESPPesquisa de Mestrado em Psicologia — IPq-USP

Para quem é a avaliação?

A dúvida sobre Autismo pode surgir em diferentes momentos da vida

Estou buscando uma avaliação para meu filho

Talvez algumas características tenham chamado a atenção da família, da escola ou de outro profissional. Interações, comunicação ou aspectos do desenvolvimento podem levantar perguntas, mas uma característica isolada não define Autismo. A avaliação ajuda a compreender o conjunto.

Estou buscando uma avaliação para mim

Às vezes, a hipótese aparece só na vida adulta. Experiências da infância, dificuldades nas relações ou características vistas como “meu jeito” podem ganhar outro significado. A investigação considera o funcionamento de hoje e a história de desenvolvimento.

“Eu me identifiquei com vários sinais. Isso significa que sou autista?”

Se reconhecer em algumas características pode despertar uma pergunta. Não responde a ela. Conteúdos sobre Autismo ajudam a perceber aspectos da própria experiência, mas uma lista não considera história, contexto, intensidade e outras explicações possíveis.

É justamente aí que uma avaliação cuidadosa faz diferença.

O que pode ser investigado?

Avaliar significa compreender o funcionamento como um todo

De acordo com a necessidade de cada caso, podem ser considerados aspectos relacionados a:

  • Comunicação
  • Interação social
  • Atenção
  • Memória
  • Funções executivas
  • Comportamento e desenvolvimento
  • Outras funções cognitivas relevantes

Essas informações são interpretadas junto à história e ao contexto de cada pessoa.

Infância e vida adulta

Na infância e na vida adulta, a investigação precisa olhar para histórias diferentes

A hipótese pode ser a mesma. O caminho até ela não é.

Na infância

A história do desenvolvimento e informações da família e de outros contextos ajudam a compreender as características observadas.

Na vida adulta

Olhar para experiências presentes ao longo da vida ganha importância especial, principalmente quando nunca houve investigação anterior.

Como funciona a avaliação?

A avaliação não começa perguntando “onde estão os sinais de Autismo?”. Começa conhecendo a pessoa

O processo parte da queixa, da história e das questões que motivaram a busca. Depois, usamos procedimentos adequados à idade. Ao final, a devolutiva apresenta resultados e possíveis orientações.

Uma hipótese orienta a investigação. Não deveria determinar a resposta antes dela.

Quem vai conduzir a avaliação?

Quando o funcionamento humano é complexo, experiência clínica importa.

Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP. Também desenvolvo pesquisa de mestrado em Psicologia na USP.

Essa trajetória orienta uma avaliação que integra instrumentos, história e contexto, evitando conclusões baseadas em características isoladas.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USP • TCC e Terapia do Esquema — CETCC • Reabilitação Cognitiva — INESP • Atuação clínica desde 2009

Dúvidas frequentes

Meu filho apresenta algumas características de Autismo. Isso significa que ele é autista?+

Não. Características isoladas não permitem chegar a essa conclusão. Elas podem indicar a necessidade de uma investigação mais cuidadosa.

Posso investigar Autismo mesmo sendo adulto?+

Sim. A busca por avaliação também pode acontecer na vida adulta, inclusive quando determinadas questões nunca foram investigadas anteriormente.

Me identifiquei com conteúdos sobre Autismo. Devo fazer uma avaliação?+

A identificação pode despertar dúvidas, mas não substitui uma avaliação. Se essas questões são relevantes para você, buscar orientação profissional pode ajudar a compreender se uma investigação é indicada.

Um teste consegue identificar Autismo?+

Um instrumento isolado não equivale a uma avaliação completa. Diferentes informações precisam ser consideradas e interpretadas em conjunto.

Preciso ter encaminhamento?+

Não necessariamente. A própria existência de uma dúvida pode motivar a busca por orientação sobre avaliação.

Contato

Quando existe uma dúvida sobre Autismo, o caminho não precisa começar pela certeza. Pode começar pela investigação

Se a dúvida é sobre você ou seu filho, entre em contato para receber informações sobre a avaliação.

Atendimento presencial e online