Laís Baroni
Laís Baroni no consultório
Avaliação para TDAH

Quando a dúvida é TDAH, reconhecer alguns sinais não basta. É preciso entender o que está por trás deles

Dificuldades de atenção, organização, impulsividade ou comportamento podem levantar a hipótese de TDAH tanto na infância quanto na vida adulta.

A avaliação investiga essas dificuldades considerando como elas aparecem, a história da pessoa e o funcionamento como um todo.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USPTCC e Terapia do Esquema — CETCCReabilitação Cognitiva — INESPPesquisa de Mestrado em Psicologia — IPq-USP

Para quem é a avaliação?

A dúvida sobre TDAH pode aparecer em momentos muito diferentes da vida

Estou buscando uma avaliação para meu filho

Talvez a escola tenha chamado atenção para concentração, organização ou impulsividade. Ou a família já perceba isso há algum tempo. Ter essas dificuldades não significa, por si só, TDAH. A avaliação ajuda a compreender o que está acontecendo.

Estou buscando uma avaliação para mim

Talvez você tenha passado anos ouvindo que era distraído, desorganizado ou que precisava “se esforçar mais”. Na vida adulta, essas dificuldades podem gerar novas perguntas, inclusive sobre TDAH. A investigação olha o funcionamento de hoje e a história dessas dificuldades.

Por que não basta identificar os sintomas?

Porque dificuldade de atenção não é sinônimo de TDAH. Características parecidas podem aparecer por razões diferentes.

Uma avaliação cuidadosa não procura só sinais que confirmem uma hipótese. Considera quando as dificuldades começaram, onde aparecem e qual impacto provocam.

A pergunta não é apenas “tem sintomas de TDAH?”. É “o que explica as dificuldades dessa pessoa?”.

O que pode ser investigado?

O diagnóstico não está no resultado de um único teste

De acordo com cada caso, podem ser investigados aspectos como:

  • Atenção
  • Memória
  • Funções executivas
  • Organização e planejamento
  • Controle inibitório
  • Outras funções cognitivas relevantes

Os resultados são interpretados junto à história, ao contexto e às demais informações obtidas durante a avaliação.

Infância e vida adulta

Na infância e na vida adulta, o olhar não é o mesmo

Crianças e adultos podem chegar com a mesma hipótese, mas a investigação precisa considerar momentos de vida diferentes.

Na infância

Informações sobre desenvolvimento, rotina familiar e contexto escolar ajudam a compreender as dificuldades apresentadas.

Na vida adulta

A investigação considera o funcionamento atual e a trajetória, inclusive dificuldades presentes desde fases anteriores da vida.

Como funciona a avaliação?

Você não chega para provar que é TDAH. Seu filho também não

O processo começa pela queixa, pela história e pela pergunta que motivou a avaliação. Depois, usamos procedimentos adequados à idade. Ao final, a devolutiva apresenta resultados e possíveis orientações.

Investigar bem é tão importante quanto chegar a uma conclusão.

Quem vai conduzir a avaliação?

Experiência clínica importa quando é preciso olhar além do sintoma mais evidente.

Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP. Também desenvolvo pesquisa de mestrado em Psicologia na USP.

Essa trajetória orienta uma avaliação que integra instrumentos, história e contexto, evitando conclusões baseadas em características isoladas.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USP • TCC e Terapia do Esquema — CETCC • Reabilitação Cognitiva — INESP • Atuação clínica desde 2009

Dúvidas frequentes

Meu filho é muito distraído. Isso significa TDAH?+

Não. Dificuldades de atenção podem aparecer por diferentes razões. A presença de uma característica isolada não permite chegar a essa conclusão.

Descobri características de TDAH só depois de adulto. Ainda posso investigar?+

Sim. Adultos podem procurar avaliação mesmo quando essas questões não foram investigadas na infância.

Um teste consegue dizer se é TDAH?+

Um teste isolado não equivale a uma avaliação completa. A investigação considera diferentes informações do caso.

Preciso chegar com encaminhamento ou diagnóstico?+

Não necessariamente. A própria existência de uma dúvida pode motivar a procura por uma avaliação.

Contato

Se a pergunta é “será que é TDAH?”, você não precisa chegar com a resposta

Se a dúvida é sobre você ou seu filho, entre em contato para saber mais sobre a avaliação neuropsicológica.

Atendimento presencial e online