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Entrevista inicial
O processo começa pela história, pelas mudanças percebidas e pelas dúvidas que motivaram a avaliação.

Mudanças na memória, atenção, linguagem ou organização podem fazer parte do envelhecimento ou indicar a necessidade de uma investigação mais cuidadosa.
Quando vale investigar?
Alterações de memória, atenção, linguagem, organização ou raciocínio merecem um olhar mais atento quando mudam em relação ao habitual ou interferem na autonomia.
A avaliação ajuda a compreender o que mudou e de que forma essas alterações estão impactando o cotidiano.
O que a avaliação pode investigar?
Como funciona?
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O processo começa pela história, pelas mudanças percebidas e pelas dúvidas que motivaram a avaliação.
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São utilizados procedimentos e instrumentos adequados aos objetivos da investigação.
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Os resultados são apresentados e discutidos, junto às possíveis orientações.
Quem vai conduzir sua avaliação?
Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP.
Não. A avaliação ajuda a compreender o que mudou, quando começou e de que forma interfere no cotidiano. Fatores neurológicos, emocionais, clínicos, medicamentosos e de sono também entram nessa leitura.
Não. A avaliação ajuda a entender não só as dificuldades, mas também o que a pessoa preserva e consegue fazer bem, e como essas habilidades aparecem no dia a dia.
Não. A busca pode começar justamente porque existem mudanças ou dúvidas que merecem ser investigadas com mais cuidado.
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