Laís Baroni
Laís Baroni em atendimento infantil
Avaliação neuropsicológica infantil

Quando uma dificuldade começa a chamar atenção, entender o que está por trás dela pode fazer toda a diferença

Dificuldades na aprendizagem, atenção, comportamento ou desenvolvimento podem gerar muitas dúvidas para a família.

A avaliação investiga como a criança funciona, considerando recursos, dificuldades, história e contexto.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USPTCC e Terapia do Esquema — CETCCReabilitação Cognitiva — INESPPesquisa de Mestrado em Psicologia — IPq-USP

O que leva uma família a buscar uma avaliação?

Às vezes, a dúvida começa com uma frase simples: “Por que isso está sendo tão difícil para ele?”

A escola percebe uma dificuldade. A criança não acompanha algumas atividades. Manter a atenção exige um esforço enorme. Ou alguns comportamentos começam a gerar dúvidas.

Esses sinais, sozinhos, não definem um diagnóstico. Mas podem indicar que vale compreender melhor o que está acontecendo.

O que a avaliação pode investigar?

Não é apenas sobre descobrir uma dificuldade. É sobre compreender como aquela criança funciona

De acordo com a necessidade de cada caso, a avaliação pode investigar aspectos como:

  • Atenção
  • Memória
  • Aprendizagem
  • Linguagem
  • Funções executivas
  • Raciocínio e outras funções cognitivas

Essas informações são analisadas junto à história de desenvolvimento, contexto e queixa que motivou a avaliação.

“Meu filho tem TDAH? Autismo? É uma dificuldade de aprendizagem?”

A avaliação começa pela investigação, não pela resposta. É comum a família chegar com uma hipótese da escola ou de outro profissional. Comportamentos parecidos, porém, podem ter explicações diferentes.

O objetivo não é só confirmar uma suspeita. É compreender o funcionamento daquela criança e as hipóteses que precisam ser consideradas.

Como funciona a avaliação neuropsicológica infantil?

A criança não chega para “passar em uma prova”

O processo começa pela queixa e pela história da criança. Depois, usamos procedimentos adequados à idade. Ao final, há uma devolutiva com os responsáveis, com resultados e possíveis orientações.

Um resultado isolado não conta a história de uma criança.

Quem vai conduzir a avaliação?

Experiência para investigar com técnica. Cuidado para não reduzir uma criança a um resultado.

Sou Laís Baroni, psicóloga e neuropsicóloga, com atuação clínica desde 2009. Formação em Neuropsicologia e Psicopatologia no IPq-USP, TCC e Terapia do Esquema no CETCC, e Reabilitação Cognitiva no INESP. Também desenvolvo pesquisa de mestrado em Psicologia na USP.

Essa trajetória orienta uma avaliação que considera os instrumentos, mas também a história e as particularidades de cada criança.

Neuropsicologia e Psicopatologia — IPq-USP • TCC e Terapia do Esquema — CETCC • Reabilitação Cognitiva — INESP • Atuação clínica desde 2009

Dúvidas frequentes

Preciso ter um diagnóstico ou encaminhamento para procurar a avaliação?+

Não necessariamente. A própria existência de dificuldades ou dúvidas pode ser o motivo para buscar uma avaliação.

A avaliação serve para investigar TDAH e Autismo?+

Essas podem estar entre as hipóteses investigadas quando houver indicação, mas a avaliação não parte da obrigação de confirmar um diagnóstico.

A escola participa do processo?+

Informações do contexto escolar podem ser relevantes para a compreensão do caso. A necessidade e a forma de obtê-las dependem de cada avaliação.

Meu filho vai apenas fazer testes?+

Não. Os instrumentos são parte do processo. A avaliação considera também a história, a queixa e outras informações relevantes.

Contato

Se alguma coisa no desenvolvimento, na aprendizagem ou no comportamento do seu filho está gerando dúvidas, vale compreender melhor antes de tirar conclusões

Entre em contato para receber informações sobre a avaliação neuropsicológica infantil.

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